Virgínia Rosa

A
cantora Virgínia Rosa lança seu segundo disco,
"A Voz do Coração". Trabalho de sonoridade
marcante, o CD "A Voz do Coração" apresenta
um repertório diverso e mostra Virgínia surpreendendo
a cada canção, consolidando de vez sua presença
no time das grandes intérpretes brasileiras. Tem desde
um samba de Elton Medeiros e um baião de Luiz Gonzaga
até o pop de Herbert Vianna e Celso Fonseca, além
da música "Vão" de Dante Ozzetti, defendida
por Virgínia no Festival da Música Brasileira
(TV Globo-2000). Apresenta também "clássicos"
de Thomas Roth e Gilberto Gil.
Virgínia
é uma cantora com raízes fincadas na cultura popular,
que se iniciou profissionalmente na banda Isca de Polícia,
de Itamar Assumpção. Mais tarde, à frente
da banda Mexe Com Tudo, com a qual excursionou pela Europa,
consolidou sua carreira em São Paulo, apresentando-se
em shows ao lado de Zizi Possi, Zezé Motta, Ney Matogrosso
e Chico César e de grandes instrumentistas como Toninho
Ferragutti, Paulo Belinatti, Wagner Tiso e Amilson Godoy. Seu
primeiro disco, Batuque, lançado em 1997, foi muito bem
recebido pela crítica.
Resultado
da gravação ao vivo do show de mesmo nome, realizado
em dezembro de 2000, no teatro Crowne Plaza (São Paulo),
o CD "A Voz do Coração" é a demonstração
da maturidade artística da intérprete que consegue
dar unidade e sofisticação a um repertório
vasto e ousado. Virgínia apresenta-se acompanhada, na
maioria das faixas, apenas pelo instrumentista Dino Barioni
(violões, guitarra, viola caipira e bandolim) e em outras
tocam o guitarrista Mário Manga e o percussionista Ari
Collares. A produção musical é da própria
Virgínia e Dino, e o projeto gráfico de Gal Oppido.
Para
saber mais sobre Virgínia Rosa, visite
www.uol.com.br/virginiarosa
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Virgínia
Rosa is considered one of the greatest Brazilian performers
today. Her second album, A Voz do Coração,
just confirms it. Work of an outsanding sonority, the CD presents
a varied repertoire. From an Elton Medeiros's samba and Luiz Gonzaga's
baião to a Herbert Viana (Paralamas do Sucesso) and Celso
Fonseca's pop. She also presents 'classicals' by Thomas Roth and
Gilberto Gil. Virgínia is a singer with deep roots in popular
culture.
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A
Voz do Coração
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| 01.Quero
(Thomas Roth) |
| 02.Beleza
Brutal (Celso Fonseca/Ronaldo Bastos) |
| 03.Folhas
no Ar (Elton
Medeiros/Hermínio Bello de Carvalho) |
| 04.
Pressentimento
(Elton Medeiros/Hermínio Bello de Carvalho
) |
| 05.Samba
da pessoa que quer ser feliz (Chico César)
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| 06.Até
a Lua
(Ana Maria Pires de Carvalho)
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| 07.Qui
nem Jiló
(Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira) |
| 08.A
Voz do Coração (Celso Fonseca/Ronaldo
Bastos) |
| 09.Quase
um Segundo (Hebert Vianna)
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| 10.
Mãe Preta
(Piratini/Caco Velho) |
| 11.
São João
da-ra-rão Domínio Público) |
| 12.A
Balada do Cachorro Louco (fere rente) (Lenine,
Lula Queiroga, Chico Neves) |
| 13.Pra
Que (Luiz Melodia/Ricardo Augusto) |
| 14.Pessoa
Nefasta (Gilberto Gil) |
| 15.Vão
(Dante Ozzetti) |
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Opiniões
sobre o CD A Voz do Coração de Virgínia Rosa:
"Ela
é um auge da nova MPB" - Luís Antônio Giron
, Gaz. Mercantil, Fim de Semana, 17 de agosto de 2001
"A
Voz do Coração é uma espécie de antítese
da série Acústico MTV. (...) em vez de arranjos grandiloquentes
e um batalhão de músicos, a ex-vocalista da banda de Itamar
Assumpção abraçou a sutileza" - Rodrigo Pereira,
Veja São Paulo, 22 de agosto de 2001.
"...
A Voz do Coração é um lançamento da nova
e valorosa gravadora Lua Discos, que tem sede em São Paulo. (Virgínia)
Aqui, oferece leitura muito pessoais para clássicos como o samba
Folhas no Ar, de Elton Medeiros e Hermínio Bello do Carvalho,
o baião Qui nem Giló, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira,
ou para um número de fase pop de Gilberto Gil, o balançado
Pessoa Nefasta. - Jornal O Estado de S. Paulo (S. Paulo, 07/12/01)
"(...)
Em Folhas no Ar, de Elton Medeiros e Hermínio Bello do Carvalho,
a cantora ousa ao passar parte da canção exibindo a voz
apenas com o apoio de uma caixa de fósforo. E, cá pra
nós, a letra é maravilhosa." - Patrícia Casesse
- Jornal Hoje em Dia (Belo Horizonte (MG), 25/12/01)
"A
Voz do Coração, (...), não quer ser revolucionário,
nem disputar espaço nas FMs de sucesso. É simplesmente
um disco de uma boa cantora, com um repertório que dosa segurança
e imaginação, com a postura serena de quem quer nada mais
do que seguir a voz do coração para cantar o que é
do seu agrado. (...) Um belo disco e agradável como a imagem
da cantora, estampada em capa e encarte em sedutoras fotos de Gal Oppido."
- Kiko Ferreira, Estado de Minas, 28/08/01.
"´Virgínia
não busca o fácil. É dona de uma técnica
vocal invejável, o que fica óbvio neste disco ao vivo".
- Douglas Portari - Jornal da Tarde (São Paulo SP, 11/12/01)
"É
arriscado uma cantora com carreira em ascenção como Virgínia
Rosa já lançar um disco gravado ao vivo no segundo trabalho
solo. Mas ela segura bem as pontas neste acústico com seu vozeirão
de belo timbre. Destaque para o repertório tangenciando o óbvio,
consolidando sua opção por mostrar composições
de qualidade de diversas frentes da música popular brasileira."
- Jornal O Povo (Fortaleza - CE, 29/08/01)
"(A
Voz do Coração) é seu segundo trabalho, e nele
Virgínia investe em sublinhar as qualidades vocais." - Pedro
Alexandre Sanches, Folha de S. Paulo, 14/09/01.
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